Tradicional Festa Junina da ESEFAP será no dia 6

A tradicional festa junina das Faculdades ESEFAP, com danças, brincadeiras e culinária típica, será realizada no próximo dia 6 de junho nas dependencias da instituição. A organização, comandada por Noeli Alvim, espera um público ainda maior neste ano, já que é aberta a toda comunidade tupaense.

O evento faz parte do currículo do curso de Educação Física, como atividade de organização recreativa do estágio supervisionado II, explica a professora Izilda de Marchi. Já a tradicional Quadrilha, cuja coreograofia está sob responsabilidade da professora Regiane Lisboa, será formada por alunos do 1º e do 5º termos , num total de 36 integrantes, com uma inovação: serão formados trios (dois homens e uma mulher) e não duplas (homem e mulher) devido ao grande número de alunos.

Outras coreografias serão apresentadas por grupos de entidades convidadas pela professora Fabiane Ortega, titular das disciplinas Dança e Ritmo do curso de Educação Física da ESEFAP. Entre as entidades convidadas, estão a APAE-Tupã, a academia CAF, uma escola pública municipal a ser confirmada pela Secretaria Municipal de Educação de Tupã, o IPT (a confirmar), a Academia de Artes Maria Cristina Sismeiro Dias, além das AMAEs de Tupã, do Projeto de Dança da Prefeitura Municipal  de Iacri e das bailarinas da Escola de Dança Fabiane Ortega, de Osvaldo Cruz. Fabiane também é responsável pelas coreografias das danças apresentadas pelos alunos dos 1º e 3º termos do curso de Educação Física.

Os alunos dos 5º e 7º termos serão os responsáveis pela decoração, pelas barracas de brinquedos, a cadeia e as barracas de alimentação, com espetinhos de carne e frango, churros, pastel, milho cozido e bebidas em geral. A festa, aberta a toda sociedade, será a partir das 19h30 do dia 6 de junho, nas Faculdades ESEFAP, em Tupã. Você está convidado!

VII Semana de Enfermagem das Faculdades ESEFAP

A VII Semana de Enfermagem das Faculdades ESEFAP começou nesta segunda-feira (22/05), com a palestra/dinâmica do enfermeiro Leandro Peronato.

Na abertura, o auditório lotado por alunos e profissionais de Enfermagem e Tupã e região. Veja algumas fotos abaixo.

Dia Internacional do Pedagogo

Que venha a revolução, por Thomas Friedman

Andrew Ng é professor assistente de ciências da computação em Stanford, e ele tem uma maneira bastante simpática de explicar como a nova empresa de ensino interativo online da qual ele é cofundador, a Coursera, espera revolucionar o ensino superior ao permitir que estudantes de todo o mundo assistam às aulas dele, recebam tarefas para fazer em casa, sejam avaliados, recebam um certificado de conclusão do curso e então usem isso para conseguir um emprego melhor ou a admissão numa faculdade melhor.

“Normalmente, costumo lecionar para 400 alunos”, explicou Ng. Mas, no último semestre, ele deu aula para 100 mil num curso online de aprendizagem de máquina. “Antes, para chegar a tal número de alunos, eu teria de dar as aulas do meu curso normal de Stanford por 250 anos”.

Bem-vindo à revolução no ensino das universidades. Grandes avanços ocorrem quando aquilo que se torna subitamente possível encontra-se com aquilo que é desesperadamente necessário. O custo da obtenção de um diploma superior tem aumentado mais rapidamente do que o do atendimento médico e, por isso, a necessidade de oferecer um ensino superior acessível e de qualidade tornou-se mais aguda do que nunca. Ao mesmo tempo, numa economia do conhecimento, a obtenção de um diploma do ensino superior é mais vital do que nunca. E, graças à disseminação da tecnologia de acesso sem fio à internet de alta velocidade, dos smartphones, do Facebook, da computação em nuvem e dos tablets, o mundo passou de conectado a hiperconectado em apenas sete anos. Por fim, uma geração que cresceu cercada por essas tecnologias sente-se cada vez mais à vontade para aprender e interagir com os professores por meio das plataformas online. A combinação de todos esses fatores resultou no nascimento da Coursera.org, lançada em 18 de abril, contando com o apoio de fundos de investimento do Vale do Silício, como informou meu colega John Markoff.

Faz anos que empresas particulares como a Phoenix oferecem diplomas online em troca de uma taxa. E instituições do ensino superior como o MIT e Stanford já oferecem aulas gratuitas online. A Coursera é o próximo passo: a construção de uma plataforma interativa que permitirá às melhores universidades do mundo oferecer não apenas uma ampla gama de aulas e cursos gratuitos na rede como também um sistema de exames, avaliações, ajuda mútua entre os estudantes e concessão de certificados de conclusão de cursos por menos de US$ 100. (Parece ser um ótimo negócio. O ensino normal na Universidade Stanford custa mais de US$ 40 mil por ano.) A Coursera está começando com 40 cursos online – da computação às ciências humanas – ministrados por professores de Stanford, Princeton, Michigan e a Universidade da Pensilvânia.

Plataforma. “As universidades produzem o conteúdo e são donas dele, e nós somos a plataforma que o hospeda e retransmite via streaming”, explicou Daphne Koller, professora de ciências da computação em Stanford que fundou a Coursera em parceria com Ng depois de ver dezenas de milhares de estudantes seguindo as aulas de Stanford oferecidas gratuitamente por eles na rede. “Também vamos trabalhar com possíveis empregadores para levar aos estudantes – com o consentimento deles – oportunidades de emprego que sejam apropriadas para suas novas habilidades. Assim, uma empresa de biomedicina, por exemplo, que esteja em busca de alguém com habilidades nas áreas de programação e biologia computacional pode nos procurar para pedir o contato de estudantes que tenham apresentado bom desempenho nos nossos cursos. Trata-se de uma ótima oportunidade para empregadores e empregados – algo que permite a uma pessoa de ensino menos tradicional obter as credenciais que abrem as portas para oportunidades do tipo”, disse Koller. O MIT, Harvard e empresas privadas como a Udacity estão criando plataformas semelhantes. Em questão de cinco anos, esta será uma indústria imensa.

Embora as aulas sejam em inglês, os estudantes têm formado grupos de estudo em seus países para ajudarem uns aos outros. O maior número de matrículas vem dos EUA, Grã-Bretanha, Rússia, Índia e Brasil. “Um estudante iraniano enviou-me um e-mail dizendo que tinha descoberto um modo de baixar os vídeos das aulas e os estava gravando em CDs, divulgando-os”, disse Ng.

“Acabamos de ultrapassar a marca de um milhão de matrículas.” Para tornar o aprendizado mais fácil, a Coursera divide as palestras em segmentos curtos e oferece questionários online, cujo resultado pode ser avaliado pelo próprio aluno, para ajudar na fixação de cada ideia. Tudo funciona com base na crença de que os estudantes vão honrar o compromisso feito, mas a empresa está construindo ferramentas para reduzir as trapaças.

Em cada curso, os estudantes publicam questões num fórum online. As perguntas são vistas por todos, que votam naquelas que deveriam receber mais atenção. “Assim, as perguntas mais úteis logo chegam ao topo da lista, enquanto as perguntas menos interessantes vão parar no fim dela”, disse Ng. “Com 100 mil alunos, é possível registrar cada pergunta feita. Trata-se de uma imensa mina de dados.” Além disso, se um aluno tiver uma pergunta a respeito da palestra do dia, embora seja manhã no Cairo e em Stanford ainda sejam 3 horas, não há problema. “Sempre há em algum lugar alguém disposto a responder sua pergunta” depois que ela é publicada, disse Ng.

Essas plataformas de ensino de alta qualidade podem permitir que universidades comunitárias americanas “invertam” suas salas de aula.

Ou seja, baixar as melhores aulas do mundo e deixar que seus professores se concentrem no trabalho direto com os estudantes. Quando pensamos na quantidade de problemas em todo o mundo que podem ser atribuídos à dificuldade no acesso ao ensino, vemos que esta é uma ótima notícia. Que tenha início a revolução.

Thomas L. Friedman é escritor, laureado com o prêmio Politzer, colunista do jornal The New York Times. Tradução de Augusto Calil

Fonte: O Estado de São Paulo

Faculdades ESEFAP apresentam programação da Semana Acadêmica de Enfermagem

As Faculdades ESEFAP de Tupã realizarão entre os dias 21 e 25 de maio sua tradicional Semana Acadêmica de Enfermagem, cuja programação diversificada é direcionada a estudantes e profissionais da área. O tema desta VII Semana de Enfermagem da ESEFAP é Integração na prática profissional e social – Integração e Cuidado, que aborda assuntos como as novas ferramentas integrativas no Processo do Cuidar e responsabilidade social na prática profissional de Enfermagem.

Faustino Neto, mestre coordenador do curso e organizador do evento, explica que serão cinco dias de intensas atividades, cuja abertura será nesta segunda-feira (21) com o enfermeiro Leandro Peronato, que atua na área de organização de movimentos sociais, formação de conselheiros e projeto de geração de renda. Leandro é docente de pós – graduação na área de pacientes críticos, urgência e emergência e saúde coletiva, especialista em Cuidados Intensivos em Cardiologia UFF – Universidade Federal Fluminense e em Acupuntura pela Associação Brasileira de Acupuntura (ABA), com residência em Clínica e Cirurgia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), realizado no Hospital Marcílio Dias, da Marinha do Brasil. “O currículo de Leandro é ainda maios extenso, contando com cursos de formação em Terapia Comunitária, de formação Cuidando do Cuidador, curso de capacitação Decodificando a Linguagem Corporal, ambos pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Leandro ainda fala a estudantes e profissionais no dia 22 sobre o tema Cuidando do Cuidador.

Já no dia 23, a semana de Enfermagem da ESEFAP conta ainda com as palestras Responsabilidade Ética e Legal de Enfermagem nas Anotações, Evoluções e Relatórios. Implicações para a Segurança e Qualidade da Assistência, do coordenador Faustino Correia de Oliveira Neto, mestre em Saúde Coletiva e especialista em Docência no Ensino Superior. Faustino terá a participação do enfermeiro Gilberto de Souza, com pós-graduação em Auditoria em Serviços de Saúde. Gilberto é membro da Comissão de Revisão de Prontuários da Santa Casa de Misericórdia de Tupã.

Responsabilidade Profissional e Social da Prática de Enfermagem: Considerações sobre velhas e Novas Áreas de Atuação é o tema que a enfermeira Patrícia Costa Machado desenvolverá no dia 24. Patrícia é especialista em Gestão em Saúde – UAB/FMB/UNESP, em Atenção Básica – FAMERP e em Gestão de Políticas Públicas – FAMERP, além de docente e diretora de área de Atenção à Família e coordenadora do CRAS da Região Leste do município de Tupã-SP.

O evento finaliza no dia 25 com o tema Transtornos Mentais na Adolescência, apresentado pela enfermeira Rosimeire Lina Moreira de Abreu, coordenadora de enfermagem do Hospital Espírita de Marília, pós-graduada em Saúde Mental e Atenção Psicossocial, em Formação Didática Pedagógica e Emergência / Urgência. Rosimeire contará com a participação do enfermeiro Gabriel Henrique Braz, pós-graduado em Saúde Mental e Atenção Psicossocial e em Formação Didática Pedagógica em Enfermagem. Gabriel é gerente de Enfermagem da Unidade Bezerra de Menezes do Hospital Espírita de Marilia-SP.

André Sanches, das Faculdades ESEFAP, tem artigo publicado na Revista de Direito

Respeitável veículo acadêmico-científico do meio jurídico, a Revista de Direito da Faculdade da Serra Gaúcha (FSG) publica regularmente artigos, análises e resumos de produções de grandes juristas do país. Em seu mais recente número destaca-se, dentre tantas produções, o artigo “Princípio da Proporcionalidade frente à restrição de liberdade e a presunção de inocência”, do mestre André Luis Sanches, docente dos cursos de licenciatura em Educação Física e bacharelados em Enfermagem e Nutrição das Faculdades ESEFAP.

André Luis é mestre em Direito com dissertação sobre a Tutela Jurisdicional no Estado Democrático de Direito, especialista em Direito Processual Penal e Direito Processual Civil e em docência no Ensino Superior, é Diretor de Serviço do Fórum da Comarca de Tupã (SP), avaliador de cursos pelo Ministério da Educação e também ministra aulas em outras instituições de ensino superior.

Acesse abaixo reprodução em PDF da Revista de Direito com o artigo de André Luis Sanches.

artigo principio proporcionalidade

ESEFAP LANÇA CURSOS DE BOAS PRÁTICAS DE ENFERMAGEM E ATUALIZAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE

O núcleo de extensão das Faculdades Esefap está lançando os  cursos de Boas Práticas de Enfermagem e de Atualização Políticas Públicas de Saúde, que visam atender a alunos em formação de nível superior ou técnica e também os profissionais de Enfermagem que já estão formados e atuando na área de saúde.

Tratar de boas práticas na área de enfermagem se torna imprescindível nos dias atuais devido às grandes mudanças de comportamento da população em relação ao conhecimento sobre suas necessidades e exigência em relação à qualidade da prestação da assistência de enfermagem. Este curso irá tratar de elementos essenciais para o cuidado das pessoas em ambientes de saúde tais como Boas Práticas de Comunicação e Relações Interpessoais em Enfermagem, Boas Práticas de Enfermagem na Promoção da Higiene, Boas Práticas de Enfermagem no Controle dos Sinais Vitais,Boas Práticas de Enfermagem no Cuidado com a Pele, Boas Práticas de Enfermagem No Controle de Eliminação Urinária, Boas Práticas de Enfermagem no Controle da Eliminação Intestinal, Boas Práticas de Enfermagem Na Punção Venosa Periférica.

Boas Práticas de Enfermagem terá duração de 8 horas no dia 02 de junho. Os docentes responsáveis pelo curso são: Enfermeira Erika Doreto Blaques da Silva, especialista em Saúde Pública com ênfase na Estratégia Saúde da Família e em Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva e Urgência e Emergência. Docente das Faculdades na Área de Saúde Pública e Atenção Primária à Saúde e Saúde Mental e Psiquiatria; Enfermeiro Faustino C. de Oliveira Neto, mestre em Saúde Coletiva, especialista em Docência no Ensino Superior e coordenador acadêmico de curso de enfermagem das Faculdades Esefap; Enfermeira Roberta Stephanie Sumac Zancanaro, especialista em Enfermagem do Trabalho e Auditoria em Serviços de Saúde.  

Já o curso de Atualização de Políticas Públicas de Saúde tem como objetivo principal atender a todos os profissionais que trabalham com politicas públicas e desejam se atualizar, assim como as pessoas que irão prestar concursos e queiram informações atualizadas sobre Sistema Único de Saúde nos campos de assistência (Modelo Tecno- Assistencial de Saúde), gestão, controle social e sistemas de informação. Também serão trabalhados temas importantes como Políticas de saúde pública: apresentação e discussão dos princípios diretores das políticas públicas de saúde no Brasil, Epidemiologia: conceitos, indicadores de saúde, vigilâncias em saúde.

A carga horária será de 30 horas, nos dias 09, 16 e 30 de junho, quando serão discutidos os marcos teóricos e instrumentos necessários a fim de tornar os alunos e profissionais aptos nas múltiplas dimensões da formulação e implementação das políticas públicas, projetos/programas sociais, proporcionando uma visão integrada dos componentes fundamentais do processo de Gestão Social, disponibilizando ferramentas que propiciem sua atuação de forma mais efetiva no contexto das organizações.

Este curso terá como docentes as enfermeiras Jussara Moraes Campoville Hatae, especialista em Auditoria dos serviços de saúde e Gestão Pública em Saúde, mestranda em Saúde Coletiva na área de Gestão (UNICAMP – FOP), tutora da Escola Nacional de Saúde Pública e Fundação Osvaldo Cruz (ENSP), apoiadora do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (COSEMS), enfermeira auditora da Secretaria Municipal de Saúde de Bastos, atuando principalmente nos seguintes temas: educação permanente, estratégia de saúde da família, instrumentos de gestão e avaliação dos serviços de saúde; Patrícia Costa Machado, especialista em Gestão em Saúde, em Atenção Básica e Gestão de Políticas Públicas,docente das Faculdades Esefap nas disciplinas de Assistência de Enfermagem em Saúde da Mulher e Criança e Adolescente, Gerenciamento de Enfermagem, Políticas Públicas e Organização dos Serviços de Saúde e Metodologia de Pesquisa. Diretora de Área de Atenção à Família e Coordenadora do CRAS da Região Leste do município de Tupã-SP; e Vânia Perez Zorato de Oliveira, assistente técnico de Direção do ERSA 61 – Tupã, Direção Técnica do grupo de Vigilância, Epidemiológica do ERSA 61- Tupã Direção Técnica do subgrupo de Vigilância Epidemiológica do Subgrupo de Tupã da DIR XIV-Tupã, Diretoria Técnica de Vigilância em Saúde no município de Tupã, Implantação e Acompanhamento do Sistema de Informação de Agravos de Notificação Compulsória (SINAN), Programa Ampliado de Imunização. Coordenação Regional na DIR XIV Marília e DRS 09 Marília do Programa Estadual de Controle da Tuberculose Coordenação Regional do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM) e Sistema de Informação de Nascidos Vivos (SINASC), docente das disciplinas de Epidemiologia, Saúde Coletiva, Bioestatística e Infecção Hospitalar no curso de Enfermagem das Faculdades ESEFAP.

Inscrições para os dois cursos e demais informações na secretaria da Esefap no horário das 13 as 17 e das 19 às 22 horas ou pelo site www.esefap.edu.br.

Docente da ESEFAP relata sua participação no I Encontro Paulista Questões Indígenas e Museus, realizado em Tupã

Noeli Alvim, docente e assistente de coordenação do curso de licenciatura em Educação Física das Faculdades ESEFAP, participou do I Encontro Paulista Questões Indígenas e Museus e III Seminário Museus, Identidades e Patrimônio Cultural, realizado no museu Índia Vanuíre, entre 01 e 03 de maio.

O evento internacional apresentou diversas discussões e debates sobre a ótica de museólogos, antropólogos, etiólogos, curadores e pesquisadores debruçados em estudos bastante interessantes sobre a questão dos museus, do patrimônio, história oral, e curadorias. Noeli relata abaixo sua impressão o evento, a importância da promoção dos temas apresentados e para a formação do docente de Educação Física.

“Vivenciei momentos de grande reflexão sobre aspectos que não compreendia, como a questão do patrimônio cultural de um povo, na fala do Pesquisador Kaingang Josué, que aponta o outro lado da questão: alguém já perguntou aos índios como eles gostariam que os museus retratassem sua história sua cultura?

Outra fala marcante foi a do professor José Bessa Freire (PPGMS – Programa de Pós Graduação em Memória Social da Unirio). O professor afirmou que, quando os religiosos se surpreenderam com o sistema educacional dos índios que, dentre outras coisas, não permite bater nas crianças, algo até então impensável. Porém, após anos e anos de estudos, voltamo-nos as pedagogias que os Índios utilizaram no século XVIII e ninguém ao menos se lembrou de reconhecer e destacar o valor deste conhecimento não acadêmico mas, sim, simplesmente humano.

Diversos pontos marcam os dias que se seguem neste encontro. As discussões com a representatividade Kaingang, Terena e Krenak e a apresentação das Índias da Terra Vanuíre, com um canto emocionante sobre a falta de respeito aos mais velhos, o que, em poucas palavras, traduz uma realidade da sociedade moderna.

Neste intercâmbio de conhecimentos, as professoras María Marta Reca (Museo de Ciencias Naturales de La Plata – Argentina) e Cynthia Vidaurri (National Museum of the American Indian – NMAI, Smithsonian Institution, Washinton DC, EUA), demonstraram em suas apresentações questões sobre a apropriação do conhecimento pelos visitantes dos museus, pois são eles que percebem, distinguem, selecionam e interpretam, cada um sob uma percepção diferente do que vê. Segundo Cynthia, os museus e quem trabalha neles devem se esforçar para fazer um mundo melhor.

Já com as Professoras Fátima Nascimento (Museu Nacional UFRJ) e Ione Helena Pereira Couto (Museu do Índio, FUNAI RJ), em uma conversa de bastidores, discutimos a possível realização dos Jogos Indígenas no Rio de Janeiro, uma grande oportunidade de experiência para os professores de Educação Física. Por fim, com a participação no evento, cheguei à seguinte conclusão:

 “Lançar-se ao desconhecido com as mínimas pretensões colocou-me diante de conhecimentos  tão próximos do ponto de vista da cultura Geral e tão distantes no universo acadêmico específico. Mas sempre é bom beber em outras fontes.”

Noeli Alvim

Foto: Regina Abreu (PPGMS – Programa de Pós Graduação em Memória Social da UniRio); Fátima Nascimento (Museu Nacional, UFRJ); Noeli Alvim (Faculdades ESEFAP) E Ione H. Pereira Couto (Museu do Índio, FUNAI)

Robôs professores poderão ensinar humanos?

Os cientistas conhecem muito bem as dificuldades de ensinar aos robôs mesmo as tarefas mais simples. Isso tem levado alguns a tentar com que os robôs aprendam sozinhos, ou que aprendam com sua própria experiência, ou até mesmo, quem sabe, lendo uma Wikipedia robótica.

Por isso não deixa de impressionar o objetivo a que se propuseram Bilge Mutlu e Michael Gleicher, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos. Eles querem criar robôs capazes de ensinar aos seres humanos.

Pode parecer pretensioso pensar que os robôs já tenham alcançado um nível que os permita substituir um professor humano em uma sala de aula, mas os primeiros testes em robôs e personagens virtuais trazem algum entusiasmo, se não com uma aula ao vivo, pelo menos em instruções mais breves ou em aprendizado via computador.

Pedagogia robótica

Como é relativamente fácil dar a um robô o acesso a qualquer base de dados e a um número ilimitado de instruções, os pesquisadores se voltaram para algo que pode fazer a diferença: o comportamento dos robôs.

Segundo eles, robôs que olham e gesticulam como humanos são muito mais eficazes para passar informações, como já demonstraram em laboratório. E, quando se trata de comunicação, às vezes é a nossa linguagem corporal que fala mais – especialmente os nossos olhos.

Robôs professores poderão ensinar humanos?

Outras pesquisas já demonstraram que robôs podem ser muito eficientes para ensinar crianças com deficiências cognitivas, sobretudo autismo. Para demonstrar isso, um pequeno robô amarelo recebe voluntários que entram no laboratório: “Oi, eu sou Wakamaru, prazer em te conhecer. Eu tenho uma tarefa para você: organize esses objetos sobre a mesa por categorias, colocando-os nas caixas.”

Com alguns voluntários, o robô, muito naturalmente, olha em direção aos objetos enquanto fala. Com outros, o robô apenas olha diretamente para a pessoa. Mutlu diz que os resultados são bastante claros: “Quando o robô usa o olhar como um humano o faria, as pessoas são muito mais rápidas em localizar os objetos que têm que mover.”

Modelagem de comportamentos

E é principalmente assim, observando humanos, que os dois pesquisadores estão rastreando o papel do olhar, e as informações que o olhar humano transmite na comunicação, que eles planejam desenvolver algoritmos de controle que possam ser associados com as informações textuais que os robôs ou personagens virtuais têm que passar.

“São comportamentos que podem ser modelados e, em seguida, programados nos robôs para que eles, os comportamentos, possam ser usados pelo robô sempre que necessário, para se referir a algo e certificar-se de que as pessoas entendam a que o robô está se referindo,” explica Mutlu.

A teoria está sendo testada em um agente virtual, este sim, capaz de dar aulas pelo computador. Ao dizer “Olá. Hoje eu vou lhes falar um pouco sobre a história da China Antiga”, o personagem “sabe” que há um mapa da China sendo projetado atrás de si e, de forma quase natural, vira-se, olha e aponta para o mapa, como se fosse a moça da previsão do tempo durante os telejornais.

Isso encorajou os dois pesquisadores a falarem em robôs em salas de aula, não como alunos, mas como professores. “Nós podemos projetar tecnologias que realmente beneficiem as pessoas no aprendizado, na saúde e no bem-estar, e em trabalhos colaborativos,” conclui Mutlu.

Fonte: iT

Alunos e docentes das Faculdades ESEFAP integrarão organização dos Jogos Regionais do Idoso

Cerca de 30 jovens estudantes do curso de Educação Física das Faculdades ESEFAP participarão dos Jogos Regionais do Idoso – Jori que Tupã sedia entre 2 e 6 de maio, como apoio na realização do evento, promovido pela Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo em parceria com a Prefeitura Municipal da Estância Turística de Tupã.

Neste ano, Tupã receberá equipes de Assis, Bastos, Bernardino de Campos, Campos Novos Paulista, Cândido Mota, Canitar, Florínea, Herculândia, Ipaussu, Marília, Ocauçu, Ourinhos, Palmital, Paraguaçu Paulista, Pirajú, Platina, Pompéia, Quatá, Queiroz, Ribeirão do Sul, Santa Cruz do Rio Pardo, Sarutaiá, Tarumã e, claro, Tupã.

A organização e coordenação do evento, cujo comitê dirigente tem como chefe Eduardo Zangueti, delegado regional de esportes da região de Marília, contam também com a efetiva participação de duas docentes da ESEFAP, Rosemeire Dias e Izilda de Marchi. Rosemeire será responsável pela definição, acompanhamento e fiscalização das praças esportivas (locais onde os jogos serão realizados), que terão as seguintes modalidades: Atletismo, Bocha, Buraco, Coreografia, Damas, Dança de Salão, Dominó, Malha, Natação, Tênis, Tênis de Mesa, Truco, Voleibol Adaptado e Xadrez.

Professora Izilda explica que é uma grande oportunidade que os alunos do curso de licenciatura em Educação Física das Faculdades ESEFAP têm porque vivenciarão todas as etapas de um evento oficial, a partir do cerimonial e seus protocolos, do congresso técnico, concentração e orientação aos atletas, regras e modalidades, além do contato com as especificidades da terceira idade. “Toda essa vivência será importantíssimo na vida profissional desses nossos alunos já que utilizarão dessa experiência nas escolas, como professores de Educação Física. Sem dúvida será um grande diferencial em sua formação, em seu currículo”, finaliza a professora da ESEFAP.

Os Jogos Regionais do Idoso organizado e realizado pela Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude, Fundo Social de Solidariedade, SEDS – Secretaria de Desenvolvimento Social, Secretaria da Educação e Secretaria da Saúde, têm por objetivos valorizar e estimular a prática esportiva, como fator de promoção de saúde e bem estar, resgatando a auto-estima para melhor convívio social de pessoas idosas.